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Formação de uma nova colônia

Como vimos, novas colônias podem ser formadas a partir dos reprodutores alados (siriris ou aleluias). No entanto, o isolamento de indivíduos de uma colônia grande também pode dar orígem a uma nova colônia. 

Quando uma colônia é formada a partir dos siriris, o seu desenvolvimento inicial é lento. A rainha coloca poucos ovos inicialmente e, ao final do primeiro ano, uma colônia de cupins subterrâneos, por exemplo, pode conter cerca de 75 indivíduos apenas, apresentando-se assim, extremamente frágil.  Nem todos os siriris darão orígem a uma colônia. A maior parte das formas aladas poderá morrer no processo de revoada, tanto por por serem atacadas por inimigos naturais (formigas), consumidas por predadores (pássaros, morcegos, etc), por sofrerem com mudanas climáticas ou simplesmente por não encontrarem o par ou um local seguro para fazer o ninho.

A formação de uma nova colônia, através do isolamento, acontece quando uma colônia identifica uma nova fonte de alimento e uma sub-colônia é formada para explorar esta nova fonte alimentar. Se o caminho entre a colônia principal e a colônia secundária for quebrado, a população isolada pode então dar origem às formas reprodutoras, geradas através dos operários funcionais e ninfas, como discutimos anteriormente.

Desta maneira, outra principal fonte de formação de novas colônias, é através do acúmulo de madeira infestada em determinados locais (que contribuem para a formação de uma sub-colônia) e pelo uso de madeiras já infestadas por cupins.